quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O tsuru é um dos origamis mais conhecidos no mundo. Essa dobradura representa o GROU – ave sagrada e popular no Japão que simboliza saúde, fortuna, boa sorte, felicidade e longevidade. Uma lenda desta cultura diz que quem fizer mil tsurus, com o pensamento voltado para aquilo que deseja, terá seu pedido realizado. Ao invés de fazer um pedido ou uma oração sem oferecer nada em troca, no oriente é costume você concretizar algo, cumprir uma tarefa, até que o que deseja seja atingido. Acredita-se que na medida em que a pessoa se dispõe a fazer 1000 objetos semelhantes, está se concentrando naquilo que deseja e isso promove foco e determinação, essenciais para alcançar seus objetivos. Ainda, quem trabalha com origamis desenvolve sua memória, criatividade, raciocínio lógico, percepção visual e espacial, atenção, concentração, alívio de stress e tensões, paciência, tranquilidade e aumenta sua autoestima.

Foco e determinação te levarão aonde você quiser chegar.
A GROOW|Coaching & DH. deseja aos nossos clientes, parceiros e amigos um 2014 repleto de saúde, felicidade e realizações, que você possa enxergar as 365 novas oportunidades de ser plenamente feliz.
Presentear alguém com o tsuru significa sinceros votos de FELICIDADE e LONGEVIDADE!

Compartilhe com todos aqueles que são especiais para você!!!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Presente para você!!!

Há algum objetivo que você definiu para 2013 que ainda não aconteceu?

Por quê era importante? 

Como você pode garantir que você vai conseguir alcançá-lo?

Conquistar o sucesso, a saúde e a satisfação que você merece em 2014 depende das DECISÕES que VOCÊ TOMAR AGORA e das AÇÕES que terá.



Por isso convidamos você, nesta época muito especial quando pensa nos outros, nas festas de fim de ano, em estar com a família e comprar coisas para presentear as pessoas queridas, a se dar um presente supremo: o dom de tomar o controle do seu futuro em qualquer área da sua vida.

Com o apoio e suporte das Coaches da GROOW|Coaching & DH os resultados que você busca alcançar há anos - seja na sua carreira, nos seus relacionamentos, ou na sua saúde - podem começar a acontecer AGORA.

Para você fechar o ano de 2013 com chave de ouro, a GROOW|Coaching & DH. preparou algo especial para VOCÊ: uma sessão estratégica de 30 minutos de PRESENTE com uma das nossas Executive & Personal Coaches.

Diga SIM para essa oportunidade e entre em contato com a gente.
Pequenas ações hoje te levam a grandes resultados para uma vida de muita alegria, realização, sucesso e paixão!

AGENDE HOJE SUA SESSÃO GRATUITA DE COACHING.
43 3321.7222 / 9653.5333
groow.contato@gmail.com

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Por que os Yuppies da Geração Y se sentem infelizes?

Esse artigo define bem a grande procura que os coaches têm tido relacionando a insatisfação com a vida, carreira e relacionamentos. Vale a pena ler!!! 

Ótima semana a todos!!!


Por que os Yuppies da Geração Y se sentem infelizes?


Diga oi para Lucy:
Lucy faz parte da Geração Y, a geração nascida entre os anos 70 e meados de 1990. Ela também é parte de uma cultura de jovens profissionais urbanos, que em inglês são denominados de “yuppies”. Os yuppies compõe a grande maioria da Geração Y.
Eu tenho um termo particular para definir os yuppies da Geração Y – Eu os chamo de “Yuppies Especiais Protagonistas da Geração Y” (em inglês: Gen Y Protagonists & Special Yuppies, ouGYPSYs). Um GYPSY é uma espécie única de yuppie, é alguém que pensa que é o personagem principal de uma história muito especial.
Assim, Lucy está desfrutando de sua vida GYPSY, e ela está muito contente por ser a Lucy. O único problema é:
Lucy se sente meio infeliz.
Para entender profundamente porquê, precisamos antes definir o que faz alguém feliz ou infeliz. Tudo se resume a uma fórmula simples:
Felicidade= Realidade – Expectativas
É muito simples – quando a realidade da vida de alguém é melhor do que essa pessoa esperava, ela fica feliz. Quando a realidade acaba por ser pior do que as expectativas, essa pessoa se sente infeliz.
Para contextualizar melhor essa história, vamos trazer os pais da Lucy para essa discussão:
Os pais da Lucy nasceram nos anos 50 – eles são os Baby Boomers. Eles foram criados pelos avós de Lucy, que são membros da GI Geração, ou “a Grande Geração”, que cresceu durante a Grande Depressão e combateu na Segunda Guerra Mundial, os quais definitivamente não são GYPSYs.
* Maricas.
Os avós da Era da Depressão de Lucy eram obcecados por segurança econômica e criaram os pais de Lucy de forma que estes construissem carreiras práticas e seguras. Eles queriam que as carreiras dos pais da Lucy tivessem “gramas mais verdes” que a da carreira deles, por isso os pais de Lucy cresceram com o objetivo de vislumbrar uma carreira próspera e estável . Algo parecido com isto:
Eles foram ensinados que não havia nada impedindo-os de chegar a essa carreira com gramado verdejante, mas sabiam que eles precisariam dedicar anos de trabalho intenso para que isso acontecesse.
Após passarem por sua fase hippie, os pais da Lucy embarcaram em suas carreiras. À medida que os anos 70, 80 e 90 rolaram, o mundo entrou em uma época de prosperidade econômica sem precedentes. Os pais de Lucy conquistaram muito mais do que eles esperavam. Isso fez com que eles se sentissem gratificados e otimistas.
Com uma experiência de vida um pouco mais suave e mais positiva do que a de seus pais, os pais de Lucy injetaram na Lucy um senso de otimismo e possibilidades ilimitadas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo disseram para seus filhos da Geração Y que eles poderiam ser o que eles quisessem, introduzindo a identidade de protagonista especial no fundo da psique de seus filhos.
Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos sobre suas carreiras, de tal forma que o objetivo de um gramado verde de prosperidade  e segurança que seus pais conquistaram não é realmente suficiente para eles. Um gramado GYPSY é digno de flores.
Isso nos leva ao nosso primeiro fato sobre os Gypsys:
GYPSYs são extremamente ambiciosos
* Acho que poderia ser presidente, mas será que política é a verdadeira vocação do meu coração? Não… não, isso seria me acomodar.
O GYPSY quer muito mais de sua carreira do que um belo gramado verde de prosperidade e segurança. O fato é que, um gramado verde não é absolutamente excepcional ou único o suficiente para um GYPSY. Se os Baby Boomers quiseram viver o sonho americano, os GYPSYs querem viver seu próprio sonho pessoal.
Cal Newport aponta que “siga sua paixão” é uma frase que só começou a ficar popular nos últimos 20 anos, segundo o Google Ngram View, uma ferramenta que mostra o quanto uma determinada frase se destacou em publicações em inglês durante um período de tempo. A mesma ferramenta, Google Ngram View, mostra que a frase “carreira segura” (secure career) saiu de moda, e que a frase “carreira com propósito”  (fulfilling career) se tornou frequente.

Mas que fique claro, os GYPSYs também desejam ter prosperidade financeira, assim como seus pais – só que eles também querem ser preenchidos por sua carreira de uma maneira que seus pais não faziam tanta questão.

Mas alguma coisa a mais também aconteceu. Enquanto os objetivos de carreira da Geração Y como um todo se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, Lucy recebeu uma segunda mensagem ao longo de sua infância, que era:
*Você é especial

Essa é provavelmente uma boa hora para trazer o segundo fato a respeito dos GYPSYs:
GYPSYs deliram
Lucy foi ensinada que “todo mundo vai obter uma carreira gratificante”, mas ela se considera excepcionalmente maravilhosa e, como tal, acredita que sua carreira e trajetória de vida vai se destacar no meio da multidão.” Dessa forma, além de ter a meta ousada de uma carreira com um gramado florido, cada indivíduo da geração Y pensa que ele ou ela está destinado para ter algo ainda melhor – um unicórnio brilhante em cima do gramado florido.
Então, por que isso é ilusório? Porque isso é o que todos os GYPSYs pensam! O que desafia a definição de especial:
Es-pe-ci-al |Def. adjetivo:
melhor, maior, ou de algum modo diferente do que é comum.
De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais – a não ser que a palavra “especial” não queira dizer nada.
Os GYPSYs que lêem este artigo devem estar pensando: “Bom ponto … mas eu realmente sou um dos poucos especiais” – e este é o problema.
A segunda ilusão do GYPSY aparece assim que o GYPSY entra no mercado de trabalho. Enquanto a expectativa dos pais de Lucy era de que muitos anos de trabalho duro seriam necessários para que fossem levados a uma grande carreira, Lucy considera uma grande carreira algo óbvio para alguém tão excepcional como ela, e que é só uma questão de tempo para escolher qual caminho certo percorrer.
Suas expectativas de carreira são mais ou menos assim:
Infelizmente, um fato engraçado sobre o mundo é que ele não é um lugar tão fácil assim, e tem algo estranho sobre carreiras: elas são realmente muito difíceis de serem conquistadas.
Grandes carreiras levam anos de sangue, suor e lágrimas para construir – mesmo aquelas que não tem flores ou unicórnios sobre elas – e até mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente fizeram algo tão grandioso quando tinham 20 e poucos anos.
Mas GYPSYs não querem aceitar isso.
Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire e especialista em GYPSYs, descobriu em suas pesquisas que a Geração Y tem “expectativas irreais e uma forte resistência para aceitar feedback negativo”, e “tem uma visão inflada de si mesmos.” Ele diz que “não ter expectativas satisfeitas são uma grande fonte de frustração para as pessoas com esse forte senso de merecimento. Elas muitas vezes se sentem como detendoras do direito a recompensas que não estão em conformidade com a sua real capacidade e níveis de esforço, e por causa disso eles podem não conseguir obter o nível de respeito e recompensas que estão esperando. “
Para aqueles que estão contratando membros da Geração Y , Harvey sugere que o entrevistador faça a seguinte pergunta “Você se sente superior que a maioria dos seus colegas de trabalho / colegas / etc., em caso afirmativo, por quê?” Ele diz que “se o candidato responde sim à primeira parte, mas tem dificuldade com o” por que “, pode ter algum problema em relação a esse senso de merecimento.
Isso ocorre porque a percepção dos GYPSYs são muitas vezes baseadas em um senso de superioridade e merecimento infundadas. Eles foram levados a acreditar, talvez por causa de excesso de exercícios para construção de sua auto-estima durante sua juventude, que eles são de alguma forma especiais, mas muitas vezes não têm qualquer justificativa real para essa crença. “
E o cerne do mundo real ainda considera essencial o fator mérito, por isso depois de alguns anos fora da faculdade Lucy encontra-se aqui:
A ambição extrema de Lucy, e também sua arrogância – que vem junto quando alguém é um pouco iludido sobre sua própria auto-estima-  a deixou com grandes expectativas para os primeiros anos depois de formada.  Sua realidade não chega nem perto do que eram suas expectativas, fazendo com que sua equação de “Realidade -  Expectativas” a deixe com um resultado negativo de Felicidade.
E tem mais ainda para piorar. Além disso tudo, GYPSYs tem um problema adicional que se aplica a toda a sua geração:
GYPSYs são Hostilizados
Claro, algumas pessoas do colégio dos pais da Lucy ou das aulas da faculdade deles acabaram sendo mais bem sucedidos do que eles. Enquanto eles podem ter ouvido falar sobre algumas dessas pessoas ao longo do tempo, eles realmente não sabiam o que estava acontecendo nas carreiras de tantas pessoas.
Lucy, por outro lado, encontra-se sendo constantemente hostilizada por um fenômeno moderno: a construção de imagem no Facebook.
A mídia social cria um mundo para Lucy, no qual:
A) tudo o que todo mundo está fazendo é divulgado amplamente
B) a maioria das pessoas apresentam uma versão exagerada de sua própria existência
C) as pessoas que mais falam sobre suas carreiras são geralmente aquelas cujas carreiras (ou relações) estão indo melhor, enquanto  pessoas que estão verdadeiramente lutando para construir algo, tendem a não divulgar essa situação.
Isso faz com que Lucy sinta, de forma errônea, como se todo o mundo estivesse indo super bem, o que aumenta ainda mais sua frustração :
É por isso que Lucy se sente infeliz, ou pelo menos, esteja se sentindo um pouco frustrada e inadequada. Na verdade, ela provavelmente começou sua carreira muito bem, mas para ela, isso tudo é muito decepcionante.
Aqui vai meu conselho para Lucy:
1) Continue sendo ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para uma pessoa ambiciosa encontrar o sucesso com significado, ou seja, seu grande gramado florido.  Você pode não ter a clareza exata de para onde ir, mas isso vai se resolver quando você decidir se dedicar de corpo e alma a alguma coisa.
2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, agora, você não é especial. Você é mais uma jovem completamente inexperiente que não consegue oferecer tudo ainda. Você pode se tornar especial, trabalhando duro por um longo tempo.
3) Ignore todos os outros. Olhar para a grama do vizinho e achar que ela está mais verde não é um conceito novo. Mas no mundo de hoje, com o Facebook, a sensação é que a grama do vizinho é um verdadeiro campo glorioso da melhor e mais verde grama de todas. A verdade é que todo mundo é tão indeciso, inseguro e frustrado como você, e se você simplesmente continuar fazendo o que te cabe fazer, você nunca terá qualquer razão para invejar os outros.
__________________
Traduzido por Carolina Nalon
Carolina Nalon é coach de carreira do Instituto Tiê Coaching. Leu esse artigo esses dias no HuffPost e achou que ele renderia boas discussões entre yuppies e babyboomers seguidores da 99Jobs. Ela acredita que você pode ter uma carreira que ama de verdade, e também que você tem que ter consistência e disciplina para trabalhar por isso.
Fonte: 99jobs

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Entrevista


"Nós criamos boa parte

 dos nossos problemas"


Timothy Gallwey






Consultor de empresas como Apple e Coca-Cola, ele afirma que as pessoas não sabem usar suas próprias habilidades e diz porque temos de aprender como as crianças

  João Loes
Em 1972, o americano Timothy Gallwey, hoje com 73 anos, plantou a semente de uma prática até então quase desconhecida: o coaching. Com o livro “The inner game of tennis” (“O jogo interno do tênis”), publicado naquele ano, ele apresentou uma adaptação para o mundo corporativo do que aprendera nas quadras, como técnico do esporte, ao desenvolver uma forma inovadora de ensinar. Em menos de doze meses o livro vendeu mais de um milhão de cópias só nos Estados Unidos. Todos queriam testar o método de Gallwey, que, basicamente, propõe que todos nós já possuímos boa parte das habilidades que desejamos ter, só precisamos de alguém que nos ajude a fazê-las aflorar. E o coach, ou técnico, é essa pessoa. Com a fama adquirida, o coach, formado em Letras na Universidade Harvard, criou um filão e hoje tem como clientes empresas como Apple e Coca-Cola. Lançou uma série de livros nos quais aplica o conceito para outros esportes, como golfe e ski, e também ao stress, grande mal moderno. Hoje, Gallwey roda o mundo dando palestras e esteve no Brasil pela primeira vez na última semana. De sua casa em Malibu, Los Angeles, ele falou à ISTOÉ e revelou sua última aposta, o coach eletrônico. ”É um software que, com perguntas, estimula a reflexão sobre as qualidades e os defeitos de cada um”, diz. “Quero ajudar os usuários a clarearem suas idéias.”
ISTOÉ – Quais são os problemas mais comuns das pessoas que decidem recorrer a um coach?
Timothy Gallwey – Os clientes que recebo são, em sua maioria, gente de nível gerencial. Eles acham que estão trabalhando demais e aprendendo de menos. Eles executam um volume de tarefas absurdo, mas aprendem pouco com o que fazem. E isso é um problema, principalmente a longo prazo. Se outras equipes aprendem enquanto executam e você só executa, você ficará para trás. Quem me procura costuma estar em busca de algum mecanismo que viabilize o aprendizado durante a execução de uma tarefa banal, diária. Momentos de grande questionamento e dúvida sobre as próprias habilidades também costumam servir de gatilho para a busca de um coach. De maneira geral são pessoas muito estressadas e assustadas que buscam ajuda. E o coaching vai ajudar essas pessoas a usarem as habilidades que elas já tem, mas que estão dormentes. Há quem procure o profissional também apenas para dar mais sentido à própria vida.
ISTOÉ – Falando assim, parece ser uma solução relativamente simples para quase tudo.
Gallwey – Somos nós que criamos boa parte dos nossos problemas. Não é fácil resolvê-los, mas também não é impossível. Nossa cultura tende a focar nos desafios externos, como a competição do mercado, por exemplo. Com o coaching tratamos especificamente dos problemas que a gente cria, que são os maiores e que, muitas vezes, ficam ignorados. Felizmente, hoje cuidar desses problemas não é tão complicado como já foi. Durante algum tempo quem tinha coach ou precisava de um coach era visto como alguém com problemas psicológicos. Poucos gostavam de ser vistos com um coach. Isso mudou. A procura por coaches aumentou e hoje são muitos os executivos que têm o seu. Não é como a terapia, mas tem alguns efeitos parecidos com os da terapia.
ISTOÉ – Como distinguir o profissional sério de um picareta?
Gallwey – Checar se ele integra a Federação Internacional de Coaches é uma opção, embora existam muitos coaches bons por aí que não sejam federados. Verificar as credenciais dele – onde estudou, que empresas ou pessoas já atendeu e quais cursos de especialização fez, também é um bom caminho. Por fim – e esse, a meu ver, é o recurso mais valioso dos contratantes – é marcar uma ou duas sessões de coaching para avaliação. Se o cliente se sentir confortável nas sessões teste, ele pode contratá-lo com segurança. Duas sessões costumam ser suficientes para o cliente ver se o coach é bom.
ISTOÉ – O coaching muda de cultura para cultura? O sr. já atendeu algum brasileiro?
Gallwey – Eu nunca fui coach de um brasileiro. O mais perto que cheguei foi a Argentina. E foi só para um seminário de dois dias em 2010 com pouco mais de 100 pessoas. Ainda existem muitas diferenças entre os vários mercados de coaching. Cada um usa seus métodos, mas não sei se dá para associar a escolha dos métodos com lugares. Eu, por exemplo, uso o método indireto de ensino. Nele tento tirar o melhor do aluno sem dar respostas a suas perguntas ou instruções diretas do tipo faça isso ou aquilo. Eu tento guiar o aluno até que ele encontre a resposta. Outras escolas são mais diretas, com coaches que dão respostas. O método indireto faz a pessoa se virar um pouco mais. E a pessoa se beneficia mais de suas potencialidades dessa maneira. Ela busca recursos em si mesma para chegar às respostas. É menos interferência.
ISTOÉ – Mas o sr. não viu nada de diferente nos latinos, por exemplo, se comparado aos europeus?
Gallwey – Acho que dá pra dizer que, pelo menos na Argentina, a inteligência emocional é bastante evoluída. Principalmente se comparada ao que se tem hoje nos Estados Unidos e na Europa. O problema é que, muitas vezes, a integração entre emoção e razão não está bem estabelecida. Então o sujeito consegue ser muito emocional ou muito racional diante do desafio. Fazer uma mistura equilibrada dos dois ainda é um desafio. E o coach pode ajudar nisso.
ISTOÉ – Como desenvolveu a teoria do jogo interno?
Gallwey – Sempre fui professor. Em 1971 resolvi parar um pouco para um período sabático. Nesse tempo resolvi dar aulas de tênis, um esporte que sempre joguei. Dando as aulas, percebi que, como professor, muitas vezes estava atrapalhando o aluno no seu processo de aprendizado. Percebi que dava muitas instruções e que essas instruções se acumulavam na cabeça dos alunos a ponto de eles não saberem mais como estavam jogando. Os grandes atletas não pensam que vão acertar a bola, eles simplesmente acertam. A mente deles está em silêncio nesse momento. Eles não pensam nos aspectos técnicos da coisa. Isso me fez pensar em uma forma de ensinar os alunos a jogar tênis sem que eu precisasse ensinar tênis a eles.
ISTOÉ – Que resultados obteve?
Gallwey – Resultados espetaculares. Ao deixá-los em paz e dar apenas diretrizes, e não instruções, os alunos começaram a aprender. E aprendiam cada vez mais rápido. Batizei o desafio que esses alunos conseguiram vencer de jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes. Vi milagres nas quadras com o novo método. São princípios básicos e adaptáveis a muitas situações. Escrevi livros sobre o jogo interno de outros esportes, também do trabalho e do estresse sempre usando esse mesmo sistema.
ISTOÉ – Por que essa nova forma de ensinar e aprender surgiu nos esportes?
Gallwey – No mundo dos esportes você tem feedback instantâneo da sua performance. Por exemplo, no tênis, quando comecei a aplicar o método perguntava ao aluno se ele sabia a altura de sua raquete na hora do swing. A maioria não sabia responder. Precisávamos desenvolver a percepção que o atleta tinha do jogo. Quanto mais atento o jogador, maiores as chances do jogo dele melhorar, muitas vezes sem ele sequer pensar que precisa mudar isso ou aquilo. Com o tempo chamei isso de ou autoafinação. Você treina o atleta para prestar atenção em si mesmo. Com o tempo ele volta a aprender como uma criança, sempre muito atenta ao que acontece com ela e no espaço que ela ocupa. O atleta então passa a aprender muito mais rápido. Essa agilidade é mais fácil de encontrar no mundo do esporte. Meu método se baseia na ideia de que é a partir do aumento da percepção que temos de nós mesmos que conseguimos nos melhorar. E isso vale para todos os ambientes.
ISTOÉ – Quais são os fatores que impedem o sucesso? 
Gallwey – Quando fazemos uma coisa errada entramos em um estado de questionamento das nossas habilidades. Por exemplo, é comum ouvir de quem erra que “tudo está dando errado” naquele dia. Isso vira uma profecia autorrealizável. Tudo vai dar errado nesse dia se o sujeito pensar dessa maneira. Questionar as próprias habilidades é o jeito mais eficiente de se sabotar. Outra coisa que frequentemente fazemos quando erramos é nos dar instruções baseadas no que julgamos estar errado. Em pouco tempo temos cinco, seis ou sete diferentes instruções acumuladas e já não sabemos mais o que estamos fazendo. É o que eu chamo de acúmulo de vozes internas, que ficam altas demais e em pouco tempo eliminam qualquer chance de bom desempenho. Começar uma atividade com um “eu não consigo fazer isso” também é fatal.
ISTOÉ – Então qualquer um pode fazer qualquer coisa contanto que administre esses problemas?
Gallwey – Não necessariamente. Há coisas para as quais você tem potencial. Para essas você consegue se desenvolver. Há coisas, porém, para as quais você não tem vocação. O segredo é descobrir para quais você tem vocação e entrar em um esquema de aprendizado parecido com o de uma criança. As crianças não julgam seus erros. Se elas caem, por exemplo, elas reconhecem o tropeço, entendem o que deu errado, levantam e seguem adiante. Elas não duvidam de si mesmas e assim criam um ambiente ideal de aprendizado. Mas, é claro, a criança sempre teve o potencial, a vocação para a andar. Isso já estava lá. Ela só não atrapalhou o desenvolvimento desse potencial. E é isso que a gente quer para a gente.
ISTOÉ – O estresse é o grande mal moderno. Como é que a sua técnica ajuda a lidar com esse problema?
Gallwey – Há três ferramentas do coaching que eu criei a partir da filosofia do jogo interno que ajudam a lidar com o estresse. A primeira é aumentar a percepção que temos de nós mesmos sem nos julgar. Com esse despreendimento reduziremos em muito nosso estresse sem comprometer o olhar cuidadoso que temos de ter com nós mesmos. A segunda é ter muito bem estabelecidos os objetivos que pretendemos alcançar. Isso reduz em muito a ansiedade e, por tabela, o estresse. Saber o que você quer evita que você tente fazer seis coisas diferentes ao mesmo tempo, coisas estas que você, evidentemente, não conseguirá concluir. Por fim, a terceira ferramenta é desenvolver a autoconfiança. Acreditar no próprio potencial ou correr atrás do prejuízo se essa autoconfiança não existir também reduz o estresse.
Disponível em: http://www.istoe.com.br/ 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sonhos

"Certos homens desistem de seus objetivos quando quase alcançaram a meta; outros, pelo contrário, alcançam a vitória despendendo, no último momento, esforços mais vigorosos que nunca." - Heródoto 

Uma ótima noite de descanso e sonhe muito!

Ao acordar transforme seus SONHOS em OBJETIVOS e empodere-se para alcançá-los!


Outubro Rosa - Lenço Solidário

Chegou o momento de distribuir sorrisos! Vamos com a gente? Distribua e sinta o prazer de ver a ALEGRIA no rosto de outra pessoa! Participe da Campanha: Lenço Solidário! 

Um lenço bonito, uma peruca diferente, uma touca de crochê e/ou uma simples maquiagem transformam as crianças, meninas e mulheres fazendo com que se sintam mais bonitas, alegres e sorridentes. Qual o resultado disto para estas guerreiras que estão em tratamento quimioterápico? O resultados é uma autoestima elevada para enfrentar as etapas do tratamento buscando a cada dia elevar o seu nível de bem-estar e satisfação com a VIDA! O fato é que uma grande parte destas guerreiras não tem dinheiro para comprar estes acessórios e se privam de momentos simples, como visitar amigos e familiares, que seriam de grande importancia no processo de cura.

Por isso, este é um convite especial: Envie ou entregue o/os lenço/os nos endereços descritos no flyer ao lado. Temos locais de entrega em Londrina, Ibiporã e Cornélio Procópio!
Aceitamos doações de todos os lugares, claro. A doação será entregue ao Hospital do Câncer de Londrina.
Fiquem a vontade para entrar em contato por mensagens ou por telefone: Gabriela Guimarães (43) 9653-5333 / Thaís Bruschi (43) 9117-8167
Muito obrigada por fazer a diferença!




AÇÃO


Pequenas ações levam a grandes resultados.

Se você quer conquistar algo, dê o primeiro passo.

Tenha consistência em suas ações.



O Processo de Coaching é feito assim - DECISÃO + AÇÃO + CONSISTÊNCIA = MELHORIA CONTINUA!

Você está pronto para alcançar os seus objetivos?