quarta-feira, 28 de maio de 2014

Feedback em Processos Seletivos

Abaixo uma reportagem sobre o Feedback em Processos Seletivos com entrevista da Coach Thaís Bruschi e sua Coachee Alessandra Pitta.

Empresas não dão retorno sobre processo seletivo

Pesquisa revela que 91% dos entrevistados não recebem feedback dos selecionadores

Pesquisa realizada pelo site de empregos Curriculum mostra que 91% dos entrevistados não recebem nenhum retorno de sua participação na entrevista por parte do selecionador. Portanto, se não são classificados, ficam sem receber informação alguma com relação ao término do processo, muito menos acerca de seu desempenho. Dentre os 9% que tiveram um feedback do selecionador, 31% relataram que o tempo médio para recebê-lo é de até uma semana. No entanto, 72% responderam que não recebem explicações quando ele é negativo. O levantamento foi feito este ano e ouviu 9 mil profissionais em todo o País.

A primeira edição da pequisa havia sido feita em 2012 e já apontava para a mesma problemática. Os resultados anteriores mostraram que 83% dos candidatos não receberam nenhuma resposta. Já dos profissionais que obtiveram feedback naquela época (17%), a maioria disse que o tempo médio para retorno era de até uma semana, o que se equipara ao resultado atual. No entanto, mais da metade (51%) disse que nunca recebeu nenhuma explicação sobre os motivos da não aprovação, um número relativamente menor que os 73% da recente pesquisa.

Para Marcelo Abrileri, presidente da empresa, a pesquisa aponta os Recursos Humanos (RH) como vilão da história, mas este setor é também "uma vítima". "Quando questionamos os responsáveis, dizem que dar um retorno não é algo tão simples. Argumentam que possuem muitos processos seletivos ocorrendo ao mesmo tempo e voltar para comunicar a todos é muito difícil, devido ao próprio ritmo do setor e ao acúmulo de trabalho", aponta. Porém, Abrileri afirma que o feedback é extremamente importante para a imagem da empresa e, sobretudo, para o candidato. "É uma questão de respeito com a pessoa, acima de tudo", pontua.

Thaís Bruschi, psicóloga e coach em Londrina, concorda que oferecer um retorno ao candidato, após o fechamento da vaga, é uma demonstração de respeito e compromisso por parte do selecionador e da empresa que ele representa. "Afinal, o candidato se colocou à disposição da empresa selecionadora, dedicou seu tempo, criou expectativas e cumpriu sua parte neste processo. Para a empresa, cria-se uma imagem positiva; para o candidato, ele se sente valorizado, respeitado, ainda que não receba a resposta esperada."

E os números da pesquisa comprovam isso. Questionados sobre a importância de um retorno após a participação em um processo seletivo, 88% disseram ser "muito importante". Acerca dos principais motivos que levam um profissional a desejar uma resposta, 54% dos entrevistados disseram que o gesto demonstra respeito a quem participou da entrevista; 15% pensam que é ideal para não persistir no erro nas próximas vezes; outros 15% afirmaram que é para saber se têm chances numa futura oportunidade; 14% que é para poder seguir em outras entrevistas de emprego; e apenas 2% responderam que é para dar uma resposta a outro selecionador.


Falta de resposta pode afetar imagem

A pesquisa mostra ainda que 95% dos profissionais gostariam de saber quando a vaga foi fechada, mesmo sem terem sido chamados. Outro dado relevante é que 86% dos entrevistados apreciariam saber quantos candidatos concorrem na mesma oportunidade, 98% achariam de bom grado tomar conhecimento das chances de serem chamados para uma entrevista e 90% gostaram da ideia de poder ter um feedback automático do RH.

E qual o motivo das empresas não priorizarem essa etapa? Segundo a coach Thaís Bruschi, algumas empresas simplesmente não consideram este procedimento como uma etapa do processo seletivo e acreditam que fica implícito que se não foi feito o contato é porque o candidato não foi aprovado. "Há, ainda, a questão cultural; os recrutadores não estão acostumados a dar feedback, não aprenderam a fazer isso e não o veem como uma ação estratégica", completa.

Para evitar esta situação, ela sugere que o candidato deve ser informado de todas as etapas do processo que participará. "Se não for possível informá-lo que passou ou não para a próxima etapa, ele ao menos deve ser avisado do prazo máximo para obtenção de tal resposta. Assim, evita-se que o candidato fique ansioso pela espera, sem saber o que está acontecendo. É importante também informar as possíveis formas de contato, como e-mail, SMS, telefonema ou carta via correio."

De acordo com o professor de coaching do Isae FGV, Sócrates Vituri, caso o candidato dependa do retorno para dar resposta a outro selecionador ou, apenas queira saber de sua classificação, o ideal é retornar à empresa num período entre uma e duas semanas se o cronograma não foi apresentado. "O mais correto é que a própria empresa pudesse fazer isso, para fechar um ciclo, e por uma questão de respeito ao candidato que despendeu tempo, deslocamento e investimento financeiro para se candidatar. Além disso, o feedback, ainda que negativo, pode auxiliar o profissional a buscar melhoria de suas competências", resume.

Já com relação à imagem da empresa, Vituri atenta que, em conversas informais, certamente, a postura da empresa em não dar retorno será comentada e mal vista pelos demais. "Isso demonstra como a empresa trata seus colaboradores e de que forma respeita os profissionais. Reflete ainda na imagem corporativa, do comprometimento social que esta possui."(M.T.)

Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3057-20140526

26/05/2014 -- 00h00

"Feedback tem que ser baseado nas competências do candidato"

Gustavo Carneiro
"É muito ruim para a pessoa, gera uma ansiedade enorme", queixa-se Alessandra Pitta, que já ficou sem retorno após participar de processo seletivo
O feedback pode ser feito de duas maneiras: comunicado objetivo e padrão – geralmente via e-mail, informando apenas que o candidato não foi selecionado ou, de forma mais elaborada e detalhada, apontando os motivos pelo qual o profissional não passou no processo. "Um ponto de extrema importância para o selecionador é estar atento à legislação quanto ao seu julgamento, pois há diversos aspectos que podem ser considerados como discriminação", reforça a psicóloga e coach Thaís Bruschi.

Nesse caso, o professor Sócrates Vituri comenta que o recrutador deve deixar claro que o candidato não possui o perfil para aquela determinada vaga ou para a empresa no momento. "Tudo deve ser feito de maneira a não ferir a identidade da pessoa. O feedback tem que ser baseado apenas nas competências do candidato", diz, completando que o retorno pode vir acompanhado de apontamentos de possíveis melhorias na formação para uma função ou vaga específica.

A recepcionista bilíngue Alessandra Pitta sabe bem o que é esperar uma resposta e não recebê-la. "Já participei de vários processos seletivos – tanto de empresas quanto de recrutadores – que prometeram dar um retorno ao final do processo e não deram. É muito ruim para a pessoa que está participando, gera uma ansiedade enorme, ainda mais se está desempregado ou tem muito interesse naquela vaga", conta. Ela comenta que alguns recrutadores avisam no momento da entrevista se dão ou não retorno, porém, nem sempre isso acontece e não há "espaço" para perguntar. "Já tive de ligar depois de um tempo para saber minha classificação porque dependia da resposta para decidir sobre outra vaga para a qual tinha sido chamada."

Além do retorno com o resultado, Alessandra diz que gostaria de receber um feedback sobre seu desempenho na seleção, ainda que não tenha conquistado a vaga. "Uma vez cheguei bem longe em um processo de uma grande empresa. Tinha muito interesse e esperança de conseguir a vaga. Mas recebi um e-mail dizendo apenas que não havia passado. Retornei perguntando o motivo e nunca me deram resposta. Gostaria de saber o que não me classificou, porque, certamente, eu iria buscar melhorias para uma outra oportunidade", comenta. (M.T.)

  
Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3058-20140526

sexta-feira, 9 de maio de 2014

1, 2, 3...AÇÃO!

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Como está sua lista de coisas a fazer (To Do List)?



Você tem realizado as suas ações? Ou você tem esperança de que a lista se resolverá sozinha?






Aqui vão algumas dicas simples para você otimizar a sua lista e finalmente colocá-la em prática:


1. Inicie cada item da sua lista com um verbo, isso ajuda a simplificar o seu planejamento e tornar a intenção em uma ação;

2. Evite usar verbos que generalizem as suas ações, tais como: planejar, organizar
3. Especifique exatamente o que irá fazer, por exemplo: cadastrar o currículo em dois websites de vagas; fazer orçamento em duas escolas de idiomas para curso de inglês; agendar consulta no médico.

Imagine uma lista com os seguintes itens: planejar casamento e fazer um website. Só de ler e imaginar o tanto de ações envolvidas você já desanima, não é? Por isso especifique o que exatamente você irá planejar do casamento neste momento e o que você fará relacionado ao website, assim você consegue realizar e se sentir satisfeito por ter dado o primeiro passo, ou até mesmo com o resultado já obtido.

4. Determine uma data como prazo para realizar cada ação. Assim você consegue priorizar e sabe por onde começar.
5. Avalie os ganhos e perdas de fazer ou não tais atividades programadas. Isso lhe ajudará eliminar algumas atividades que não são realmente necessárias e te dará o “gás” para realizar aquilo que realmente é importante.

Experimente agora pegar 2 itens que estão pendentes na sua lista de coisas a fazer e aplicar estas dicas. Temos certeza que seguindo essas dicas diariamente conseguirá cumprir seus objetivos e alcançar o que está buscando.





  Texto produzido por Gabriela Guimarães & Thaís Bruschi

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você é um líder da sua vida?

É com grande satisfação que compartilhamos com vocês nosso artigo que saiu na Revista Perfil Mag deste mês. Esperamos poder contribuir no crescimento de vocês, sempre!

Grande abraço,

Thaís Bruschi, Gabriela Guimarães e Carla Cabestré

Você é um líder da sua vida? 

Você gerencia bem o seu tempo?
Como está a gestão dos seus relacionamentos?
Acredita que tem controle ou influência sobre seus objetivos?
De uma forma geral, você está satisfeito com os seus resultados?
Você se contrataria ou indicaria para alguém como um “líder pessoal”?

A habilidade de liderança não deve ser desenvolvida apenas por aqueles que atuam em cargos de gestão. No dia a dia temos que dar conta de diversos papéis, seja na empresa, em casa, com a família ou com os amigos. Queremos ser ótimos em tudo que fazemos, mas será que isso é possível?

Provavelmente você deve conhecer poucas pessoas que conseguem esse resultado. E com certeza há aquela pessoa que você conhece que faz isso com muita tranquilidade e parece que nada consegue afetá-la. Faz de tudo e está sempre de bem com todo mundo... Qual será o segredo?

O segredo chave para esse resultado é: Liderança! Autogestão! É isso que faz com que algumas pessoas consigam ter ótimos resultados pessoais e profissionais e ainda mantenham seus relacionamentos saudáveis, cumpram suas metas e objetivos, tenham qualidade de vida e, ufa, sejam felizes!

E o que acontece com a maioria das pessoas, aquelas que não têm habilidade de liderança, nem para liderar suas vidas e muito menos para liderar uma equipe? Essas pessoas têm apenas duas opções: (1) aceitarem que são assim mesmo, que estão como a maioria, sobrevivendo, dia após dia e, assim, terão sempre uma vida mediana ou (2) buscarem uma mudança, desenvolvendo as competências necessárias para serem gestores melhores.

Do mesmo modo que você aprendeu a escrever, você pode aprender a ser líder de sua vida. Parece estranho né, mas a ciência pode confirmar isso. Todos os nossos comportamentos são aprendidos. Se você tem ou não uma competência é porque, em algum momento de sua vida, desenvolveu isso. E, se você quer ter resultados diferentes, provavelmente precisa aprender competências diferentes.

Mas de que forma, ou onde você pode buscar isso?

Talvez você já tenha ouvido falar sobre o coaching. Devido aos seus resultados comprovados este processo de desenvolvimento tem ganhado espaço em grandes empresas no mundo todo. O que poucos sabem, porém, é que o coaching é um processo para desenvolvimento de competências e isso abrange tanto a área pessoal como profissional. É um processo para desenvolver comportamentos mais assertivos que conduzirão ao resultado que você almeja.

Nesse trabalho, o cliente assume a responsabilidade e direciona as suas ações em busca do sucesso desejado. Através de metodologias estruturadas, e comprovadas cientificamente, promove o autoconhecimento, a oportunidade de fazer melhores escolhas, de construir e ter o controle de uma vida mais consciente e feliz, tornando-se um ótimo líder de si mesmo.


As pessoas que procuram o coaching sabem que podem produzir mais, ter melhores resultados, mas, por algum motivo, não estão conseguindo. Como contribuímos com estas pessoas? Dando todo o suporte, desafiando-as e conduzindo-as a utilizarem todo o seu potencial para que atinjam o sucesso. Afinal, o seu sucesso é o nosso sucesso!


Publicação na Revista PERFIL Mag Edição 20 - Ano 07

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Redes Sociais: como utilizá-las de forma positiva

Você já parou para pensar quanto tempo fica nas chamadas REDES SOCIAIS?
Há algum tempo, o Facebook, Orkut, e outras redes eram usadas somente quando você tinha acesso ao computador, então, o controle era mais fácil, uma vez que na rua, no banco, quando ia às festas não tinha como saber o que estava acontecendo no mundo virtual.
Porém, com a chegada dos smartphones e a facilidade do acesso à internet, o uso dessas redes ficou muito mais frequente. Onde está faz-se um check-in, conversa-se com colegas sobre algo que está vendo, tira-se uma foto da turma e já compartilha em sua página.
Se você somar, todo esse tempo em que dá uma espiadinha nas últimas atualizações, conversa com um colega, faz check-in, expõe como está se sentindo e visita a página dos amigos para saber como eles estão, quanto tempo você fica conectado? Uma hora, duas, ou talvez até quatro.
O ícone apontando que uma mensagem chegou ou que alguém está conversando com você no chat é uma ótima armadilha para tirar o seu foco de tarefas importantes e se voltar para a rede social. E logo se vão 15, 30, 45 minutos perdidos que, provavelmente, pouco lhe acrescentou.
Responda as perguntas abaixo com sinceridade:
·         O que você ganhou em seu último acesso à rede?
·         De todos os seus amigos, com quantos você realmente mantém contato?
·         Quem ali realmente lhe interessa saber o que está fazendo, onde está ou como está se sentindo?
·         O quanto você está se expondo através de suas fotos e comentários tão particulares, que você contaria a poucos amigos, para pessoas que não têm significado para você?
·         Qual é o seu grande objetivo com a rede social?
·         Qual seu grande objetivo de vida?
·         Ficar nas redes sociais, te aproxima ou te afasta de seus objetivos?
Eu tenho certeza que toda essa facilidade e o acesso às redes sociais lhe proporcionam muitos momentos agradáveis, como ter notícias de amigos que não tem a oportunidade de encontrar sempre, de mandar um recado e ter uma resposta rápida, resolvendo algum problema, de receber o carinho de pessoas especiais através dos comentários.
Então, o que fazer para utilizar essas preciosas, porém perigosas, ferramentas de uma forma mais adequada?
Seguem abaixo algumas dicas para que você drible esses “ladrões de tempo” e passe a ter melhor uso das redes sociais e da sua vida:
Observe o seu uso: em um dia comum, anote todos os momento que se conectou à alguma rede e questione: O que ganhei agora com esse acesso? O que eu poderia ter feito nesse tempo que me agregaria mais valor pessoal e/ou profissional? Provavelmente você vai perceber – e talvez até se assustar - que fica muito mais tempo do que imaginava.
Defina seus objetivos com as redes sociais: levante quais são os benefícios que estar naquela rede social pode lhe trazer. Determine quanto tempo do seu dia você pode e quer se dedicar a estas ações. Levante qual seria o melhor horário, para que não lhe atrapalhe em outras atividades.

Defina seus objetivos pessoais e/ou profissionais: levante quais as perdas/consequencias que estar na rede social pode lhe trazer. Com o tempo estimado de acesso, você poderá pensar em ações mais estratégicas que te aproximem de seus objetivos de vida. Ao invés de ficar 2 horas online por dia, que tal agendar com um colega para tomar um café, ler um livro, assistir um filme ou passar esse tempo com a família?

Monitore o seu uso: esteja consciente dos seus acessos. Todas as vezes que você decidir entrar acessar alguma rede social, defina um objetivo específico com ação e tempo determinado.

Busque alternativas: várias pessoas acabam caindo na armadilha de verificar a linha do tempo quando não têm nada para fazer – durante um intervalo entre uma tarefa e outra, por exemplo – mas a curiosidade toma conta e a pessoa se perde no tempo. Você tem a sensação de ter ficado 3 minutos, mas olha no relógio e está atrasado para voltar do seu almoço, lá se foram seus 20 minutos de descanso. Aproveite este tempo para ouvir uma música, bater um papo com o colega que está ao seu lado, ler um livro, jornal, algo que você veja que tenha valor para você.

Avalie os benefícios: observe a sua produtividade, o seu aproveitamento do tempo e o controle que pode ter da sua vida com o uso sensato das redes sociais. Não deixei que uma ferramenta lhe atrapalhe ou desvie de seus objetivos reais. Seja você o administrador de sua vida.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Você conhece as suas forças?



Lembre-se: você sempre pode escolher a postura que quer adotar diante de cada situação da vida!
Conheça-se melhor, potencialize suas forças, torne-se mais confiante e siga com determinação e persistência rumo à vitória.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Direcionamento de Carreira



Para uma carreira melhor daqui para frente, qual é o próximo passo na SUA ESTRATÉGIA? Afinal, quem é que mais conhece os valores que te movem para a realização dos seus sonhos profissionais, do que você mesmo?

Reflita e inicie agora mesmo o desenvolvimento de um plano para atingir suas metas profissionais! 
Entre em contato com a Groow - Coaching & DH para estabelecer uma parceria de S.U.C.E.S.S.O. através do Career Coaching!
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A Corrida

Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.
Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez,  passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.

Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!

Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

AUMENTE CADA DIA MAIS A SUA EXPECTATIVA PARA O FUTURO!
Este é um passo fundamental para as grandes realizações!
A.C.O.R.D.E. com os seus sonhos para sua VIDA. Você precisa colocar suas ações em prática e realizar seus maiores objetivos!

Que tal você refletir sobre isso agora? Preste atenção na pessoa que está ao seu lado, no local que você está....o que você pode fazer de diferente e positivamente para entrar em ação?!

Tenha um MARAVILHOSO DIA!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

SONHOS, PLANOS, METAS, REALIZAÇÕES, EM QUAL FASE VOCÊ ESTÁ?


Você conhece alguém que elaborou uma lista dos sonhos, desejos e/ou realizações para serem atingidos no ano novo? Do tipo: Procurar um novo emprego! Trocar de profissão e fazer o que gosto! Fazer uma pós-graduação! Decidir o que prestar no vestibular! Perder alguns quilos! Fazer esportes! Me alimentar melhor! Arrumar o armário dos fundos! Juntar o dinheiro para financiar o carro e/ou casa própria!
Você conhece alguém, pode ser intimamente, que fez uma lista parecida?




Hoje é dia 09 de Janeiro de 2014! O novo ano já iniciou, e o que importa para realizar seus sonhos em 2014, é fazer A DIFERENÇA POR VOCÊ. Assuma seus sonhos como projetos pessoais e simplesmente, PLANEJE e ENTRE EM AÇÃO!
A construção do SEU FUTURO inicia-se com os seus SONHOS. A Über Model Gisele Bündchen postou no seu facebook “O passado é a sua lição. O agora é o seu presente. O futuro é a sua motivação”.
Que você tenha atitude e disciplina para tornar os seus sonhos em realizações concretas.

Então lançamos a pergunta: O que você decide fazer a partir de agora para ir em direção ao seu SONHO? 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Dicas para alcançar suas metas


2014 chegou!! E com ele a esperança de fazer diferente, atingir metas, realizar sonhos.
Como fazer para que este ano seja realmente especial?

Nós da GROOW | Coaching & DH teremos um imenso prazer em ajudá-lo nessa tarefa desafiadora. Agende já a sua SESSÃO ESTRATÉGICA de 30 minutos com uma de nossas Executive & Personal Coaches.

Segue abaixo um infográfico bacana que a Sociedade Brasileira de Coaching preparou com algumas dicas:

dicas para alcançar metas
Infográfico: Confira o infográfico sobre Dicas para alcançar metas | Sociedade Brasileira de Coaching.
- See more at: http://www.sbcoaching.com.br/blog/motivacao/infografico-alcancar-metas-2014/#sthash.x1V3HC9r.dpuf

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O que é Coaching?

Entenda o processo
O processo de Coaching pode ser focado no aumento de performance ou na mudança, transformação e aprendizado do seu comportamento frente a variados aspectos da sua vida. Ele envolve o diálogo entre o coach e seu cliente, que tem como objetivo levar o coachee a encontrar mais satisfação em sua vida.

A parceria entre o coach e o coachee busca a evolução, crescimento, aperfeiçoamento, felicidade, bem-estar e o aprimoramento de sua qualidade de vida. Isso é obtido por meio de procedimentos específicos e acompanhamento contínuo, até que o cliente atinja uma determinada meta ou objetivo.

Coaching - Entenda esse processo
Infográfico: O que é Coaching? | Produzido por: SBCoaching.com.br.

Coaching não é autoajuda!
No coaching, conceitos como satisfação, felicidade, realização, qualidade de vida e sucesso aparecem com frequência. Como esse vocabulário é amplamente utilizado pela literatura de autoajuda, há quem confunda uma prática com a outra. Contudo, essa relação não existe. Veja por quê:
 O que comumente chamamos de “autoajuda” não constitui um corpo consolidado e 
cientificamente validado de conhecimento e prática. O rótulo de “autoajuda” costuma ser 
aplicado a autores com diferentes backgrounds e formação, que desenvolvem suas próprias 
“fórmulas” por meio das quais, supostamente, os indivíduos irão atingir determinados fins – 
por exemplo: enriquecer, ter sucesso, ser mais feliz, viver melhor, etc.
 O coaching, ao contrário, possui um corpo consolidado e cientificamente validado de 
conhecimento e prática.
 O coaching não utiliza “fórmulas” – utiliza metodologias, técnicas e conceitos testados e
comprovados por meio de pesquisas.
 O coaching não utiliza palavras como satisfação, felicidade, realização, qualidade de vida e 
sucesso de forma vaga ou superficial, pois ele é fundamentado em conceitos que derivam 
da Psicologia Positiva e de outras fontes reconhecidas e respeitadas de conhecimento
científico.
 O coach não promete resultados milagrosos. Ele desafia o cliente a descobrir e a utilizar ao 
máximo o seu potencial – e, ao fazer isso, o coachee atinge resultados que podem até 
mesmo superar suas próprias expectativas.

Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching