quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você é um líder da sua vida?

É com grande satisfação que compartilhamos com vocês nosso artigo que saiu na Revista Perfil Mag deste mês. Esperamos poder contribuir no crescimento de vocês, sempre!

Grande abraço,

Thaís Bruschi, Gabriela Guimarães e Carla Cabestré

Você é um líder da sua vida? 

Você gerencia bem o seu tempo?
Como está a gestão dos seus relacionamentos?
Acredita que tem controle ou influência sobre seus objetivos?
De uma forma geral, você está satisfeito com os seus resultados?
Você se contrataria ou indicaria para alguém como um “líder pessoal”?

A habilidade de liderança não deve ser desenvolvida apenas por aqueles que atuam em cargos de gestão. No dia a dia temos que dar conta de diversos papéis, seja na empresa, em casa, com a família ou com os amigos. Queremos ser ótimos em tudo que fazemos, mas será que isso é possível?

Provavelmente você deve conhecer poucas pessoas que conseguem esse resultado. E com certeza há aquela pessoa que você conhece que faz isso com muita tranquilidade e parece que nada consegue afetá-la. Faz de tudo e está sempre de bem com todo mundo... Qual será o segredo?

O segredo chave para esse resultado é: Liderança! Autogestão! É isso que faz com que algumas pessoas consigam ter ótimos resultados pessoais e profissionais e ainda mantenham seus relacionamentos saudáveis, cumpram suas metas e objetivos, tenham qualidade de vida e, ufa, sejam felizes!

E o que acontece com a maioria das pessoas, aquelas que não têm habilidade de liderança, nem para liderar suas vidas e muito menos para liderar uma equipe? Essas pessoas têm apenas duas opções: (1) aceitarem que são assim mesmo, que estão como a maioria, sobrevivendo, dia após dia e, assim, terão sempre uma vida mediana ou (2) buscarem uma mudança, desenvolvendo as competências necessárias para serem gestores melhores.

Do mesmo modo que você aprendeu a escrever, você pode aprender a ser líder de sua vida. Parece estranho né, mas a ciência pode confirmar isso. Todos os nossos comportamentos são aprendidos. Se você tem ou não uma competência é porque, em algum momento de sua vida, desenvolveu isso. E, se você quer ter resultados diferentes, provavelmente precisa aprender competências diferentes.

Mas de que forma, ou onde você pode buscar isso?

Talvez você já tenha ouvido falar sobre o coaching. Devido aos seus resultados comprovados este processo de desenvolvimento tem ganhado espaço em grandes empresas no mundo todo. O que poucos sabem, porém, é que o coaching é um processo para desenvolvimento de competências e isso abrange tanto a área pessoal como profissional. É um processo para desenvolver comportamentos mais assertivos que conduzirão ao resultado que você almeja.

Nesse trabalho, o cliente assume a responsabilidade e direciona as suas ações em busca do sucesso desejado. Através de metodologias estruturadas, e comprovadas cientificamente, promove o autoconhecimento, a oportunidade de fazer melhores escolhas, de construir e ter o controle de uma vida mais consciente e feliz, tornando-se um ótimo líder de si mesmo.


As pessoas que procuram o coaching sabem que podem produzir mais, ter melhores resultados, mas, por algum motivo, não estão conseguindo. Como contribuímos com estas pessoas? Dando todo o suporte, desafiando-as e conduzindo-as a utilizarem todo o seu potencial para que atinjam o sucesso. Afinal, o seu sucesso é o nosso sucesso!


Publicação na Revista PERFIL Mag Edição 20 - Ano 07

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Redes Sociais: como utilizá-las de forma positiva

Você já parou para pensar quanto tempo fica nas chamadas REDES SOCIAIS?
Há algum tempo, o Facebook, Orkut, e outras redes eram usadas somente quando você tinha acesso ao computador, então, o controle era mais fácil, uma vez que na rua, no banco, quando ia às festas não tinha como saber o que estava acontecendo no mundo virtual.
Porém, com a chegada dos smartphones e a facilidade do acesso à internet, o uso dessas redes ficou muito mais frequente. Onde está faz-se um check-in, conversa-se com colegas sobre algo que está vendo, tira-se uma foto da turma e já compartilha em sua página.
Se você somar, todo esse tempo em que dá uma espiadinha nas últimas atualizações, conversa com um colega, faz check-in, expõe como está se sentindo e visita a página dos amigos para saber como eles estão, quanto tempo você fica conectado? Uma hora, duas, ou talvez até quatro.
O ícone apontando que uma mensagem chegou ou que alguém está conversando com você no chat é uma ótima armadilha para tirar o seu foco de tarefas importantes e se voltar para a rede social. E logo se vão 15, 30, 45 minutos perdidos que, provavelmente, pouco lhe acrescentou.
Responda as perguntas abaixo com sinceridade:
·         O que você ganhou em seu último acesso à rede?
·         De todos os seus amigos, com quantos você realmente mantém contato?
·         Quem ali realmente lhe interessa saber o que está fazendo, onde está ou como está se sentindo?
·         O quanto você está se expondo através de suas fotos e comentários tão particulares, que você contaria a poucos amigos, para pessoas que não têm significado para você?
·         Qual é o seu grande objetivo com a rede social?
·         Qual seu grande objetivo de vida?
·         Ficar nas redes sociais, te aproxima ou te afasta de seus objetivos?
Eu tenho certeza que toda essa facilidade e o acesso às redes sociais lhe proporcionam muitos momentos agradáveis, como ter notícias de amigos que não tem a oportunidade de encontrar sempre, de mandar um recado e ter uma resposta rápida, resolvendo algum problema, de receber o carinho de pessoas especiais através dos comentários.
Então, o que fazer para utilizar essas preciosas, porém perigosas, ferramentas de uma forma mais adequada?
Seguem abaixo algumas dicas para que você drible esses “ladrões de tempo” e passe a ter melhor uso das redes sociais e da sua vida:
Observe o seu uso: em um dia comum, anote todos os momento que se conectou à alguma rede e questione: O que ganhei agora com esse acesso? O que eu poderia ter feito nesse tempo que me agregaria mais valor pessoal e/ou profissional? Provavelmente você vai perceber – e talvez até se assustar - que fica muito mais tempo do que imaginava.
Defina seus objetivos com as redes sociais: levante quais são os benefícios que estar naquela rede social pode lhe trazer. Determine quanto tempo do seu dia você pode e quer se dedicar a estas ações. Levante qual seria o melhor horário, para que não lhe atrapalhe em outras atividades.

Defina seus objetivos pessoais e/ou profissionais: levante quais as perdas/consequencias que estar na rede social pode lhe trazer. Com o tempo estimado de acesso, você poderá pensar em ações mais estratégicas que te aproximem de seus objetivos de vida. Ao invés de ficar 2 horas online por dia, que tal agendar com um colega para tomar um café, ler um livro, assistir um filme ou passar esse tempo com a família?

Monitore o seu uso: esteja consciente dos seus acessos. Todas as vezes que você decidir entrar acessar alguma rede social, defina um objetivo específico com ação e tempo determinado.

Busque alternativas: várias pessoas acabam caindo na armadilha de verificar a linha do tempo quando não têm nada para fazer – durante um intervalo entre uma tarefa e outra, por exemplo – mas a curiosidade toma conta e a pessoa se perde no tempo. Você tem a sensação de ter ficado 3 minutos, mas olha no relógio e está atrasado para voltar do seu almoço, lá se foram seus 20 minutos de descanso. Aproveite este tempo para ouvir uma música, bater um papo com o colega que está ao seu lado, ler um livro, jornal, algo que você veja que tenha valor para você.

Avalie os benefícios: observe a sua produtividade, o seu aproveitamento do tempo e o controle que pode ter da sua vida com o uso sensato das redes sociais. Não deixei que uma ferramenta lhe atrapalhe ou desvie de seus objetivos reais. Seja você o administrador de sua vida.